Open source, open standard e interoperabilidade Autor(es): Roberto Prado - Fonte: Revista Mundo. NET Data de publicação: 21/05/2008 Houve um tempo em que as informações eram produzidas em menores quantidades e desconexas: bilhetes rabiscados em papel; dados datilografados em relatórios; documentos gravados apenas no disco rígido de um único computador; ou base de dados gravada e armazenada em mainframes. Contudo, a ascensão da web, a digitalização de dados e documentos e o aumento de computadores em rede, que nos possibilita conexão a um vasto número de informações com incrível rapidez e facilidade, têm mudado fundamentalmente o modo como nós lidamos com essas funcionalidades. Surgia, então, o conceito de interoperabilidade, e, com isso, as primeiras conquistas advindas dessa consciência, como a revisão dos modelos de negócios das grandes fabricantes, as parcerias entre empresas concorrentes. Enfim, estava dada a largada na movimentação da indústria em direção a possibilitar a completa integração de informações, independente da máquina ou do sistema.
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Assinador Digital para Padrões XML Abertos de Documentos Autor(es): Leandro Jekimim Goulart, Daniel Augusto Assad de Oliveira, Eduardo Martins Morgado Data de publicação: 16/05/2008 A assinatura digital é um importante recurso para o governo, setor privado e cidadãos. O crescente uso de documentos eletrônicos em processos automatizados incentiva continuamente o uso de assinaturas geradas por certificados digitais de identidade, como os definidos dentro da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil [1]. Esta infra-estrutura, que possui o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI [2] como Autoridade Certificadora Raiz, foi instituída em 2001 com o objetivo de “garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras”. Clique aqui e veja o artigo na íntegra
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Laboratórios de interoperabilidade: celeiro de novas tecnologias e idéias Autor(es): Roberto Prado Data de publicação: 16/05/2008 Fonte: Revista Mundo.NET
Segurança e confiabilidade sempre foram dois pontos primordiais para que o CIO de uma grande corporação ou o responsável pela área de TI de uma pequena empresa optasse por uma plataforma tecnológica. No entanto, recentemente, as empresas brasileiras têm dado cada vez mais importância a um tópico que, há 10 anos, não chamava tanta atenção: a interoperabilidade, ou seja, a capacidade de uma plataforma trabalhar de forma simples em colaboração com outra (conectar pessoas, sistemas, dados e dispositivos), atendendo de forma satisfatória e menos custosa um ambiente de TI misto. Com base nesta necessidade, empresas privadas e instituições de ensino e pesquisa têm unido forças e formado laboratórios, para descobrir novos modos de tornar a interoperabilidade entre plataformas distintas, como Windows e as ofertas de código aberto, mais harmônica e eficaz. Clique aqui e veja o artigo na íntegra
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Virtualização, um caminho para a interoperabilidade Autor(es): Roberto Prado Data de publicação: 16/05/2008 Fonte: Revista Mundo.NET
Qualquer iniciativa que proporcione economia nas despesas mensais das companhias é sempre bem-vinda. A partir dessa prerrogativa, não é por acaso que a virtualização de servidores jamais esteve tão em evidência no segmento de TI corporativo. Num ambiente cada vez mais comum, no qual as empresas trabalham com diferentes sistemas operacionais de forma simultânea, a busca por alternativas que integrem as plataformas a fim de melhorar os recursos disponíveis e torná-los interoperáveis é necessária. A virtualização resolve essa questão ao permitir que múltiplos sistemas operem a partir de uma única máquina, fato que significa uma infra-estrutura tecnológica mais dinâmica que gere redução da complexidade e dos custos operacionais empresariais. Para ver este artigo na íntegra clique aqui
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Produção e consumo do Open XML Autor(es): Roberto Prado Data de publicação: 16/05/2008 Fonte: Revista Mundo.NET
Em um mercado de tecnologia no qual os clientes buscam cada vez mais exercer seu direito de escolha, com interoperabilidade e inovação, surge o Open XML. Trata-se de um formato de arquivos projetado para atender aos novos requisitos que o uso eletrônico de documentos atualmente demanda, seja em processos automatizados, sistemas colaborativos ou de gerenciamento eletrônico. Esse padrão aberto, mantido pela ECMA International (Associação Européia dos Fabricantes de Computadores), se baseia em duas tecnologias amplamente utilizadas: a de empacotamento e compressão do ZIP, que grava o conteúdo do documento, e a linguagem de marcação XML, que define suas partes. Esta visão é definida como Open Packaging Convention (OPC), que descreve um modelo lógico para representar o pacote, suas partes ou módulos e o relacionamento entre elas. Clique aqui e veja este artigo na íntegra
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